Foto/Divulgação
Neste mês de agosto, a cidade de Petrolina se transforma em um verdadeiro pólo para a arte e a cultura em Pernambuco. Começa nesta próxima sexta-feira (6) e vai até o dia 21, a sexta edição do projeto Aldeia do Velho Chico – Festival de Artes do Vale do São Francisco, realizado pelo Sesc Petrolina como desdobramento do projeto do Sesc Nacional, Palco Giratório. O festival que apresenta uma programação bastante diversificada, com artistas locais e de várias partes do país, nas linguagens de música, teatro, dança, cinema, literatura e artes plásticas, promete movimentar as cidades do Vale com 16 dias intensos de muita cultura, espontaneidade e experimentações.
Uma das marcas registradas do Festival acontece logo na abertura com o cortejo Abre Alas Pro Velho Chico. Num fôlego só, a programação da sexta-feira começa às 15h com a exposição "Instantâneo" e a mostra de artes. Depois ganha às ruas no ritmo das quadrilhas juninas, grupos de maracatu e a Frevuca e Orquestra de Frevo. O Abre Alas só termina depois de uma passada na Orla de Petrolina, para ver e dançar com o Samba de Veio da Ilha do Massangano e o Coco de Olga. Em seguida, o retorno ao Teatro do Sesc, para conferir o show do Caboclo Sonhador, Maciel Melo.
Na edição passada, o projeto reuniu 911 artistas de 12 cidades e um público de 30 mil pessoas em 80 horas de arte. As atrações, a exemplo do show de Joyce Guirra e da exposição de Fernando Augusto, se revezam no espaço do Sesc Petrolina, entre o teatro, salão de festas, galeria de artes e a lanchonete. Segundo o coordenador do Aldeia, Jailson Lima, a edição de 2010 vai ampliar mais ainda os horizontes do festival para pontos estratégicos da cidade. "Na terça (10), estaremos na praça Dom Malan com a Quadrilha Um Romance Sertanejo, de Arcoverde, e na quarta (11) com o espetáculo O Amargo Santo da Purificação, de Porto Alegre", conta. O Campus da Univasf e o bairro José e Maria também contam com atrações, como a montagem de paineis "Coletivos Urbanos" e apresentações de grupos teatrais.
Jailson Lima lembrou também, que os dias de domingo do festival vão manter a programação que fez muito sucesso no ano passado, transferindo as atenções para a Ilha do Massangano. No domingo (8), se revezam nas areias da ilha, o Grande Circo Ínfimo (Vitória-ES), Reis de Boi (Juazeiro-BA), Folia de Reis da Vila Mocó (Petrolina-PE) e Maracatujaba, também de Petrolina. Já no domingo (15), o público vai assistir o Salone de Salvador-BA, Frever de Petrolina, Samba de Veio da ilha do Massagano (Petrolina) e Marcelo Panthera e os Bruxos da Noite de Recife-PE.
O projeto Aldeia do Velho Chico também destaca em sua programação, o crescente interesse regional pela dança. No dia 8, Elisabeth Oliveira apresenta a Dança do Ventre, dia 14, haverá aula de dança de salão com Marcos Canuto, e no dia 15, os grupos Conexão BreaK e Dirty Pop dão show no Salão do Sesc. Nos dias 16 e 17, um seminário e uma mostra de dança contemporânea foram especialmente montados para apresentar ao público, antigos e novos talentos.
Na literatura, os momentos mais esperados são as histórias contadas pelo Grupo de Estudantes Contadores de Histórias de Cordel (Gechcordel) na sexta (13) e o Encontro Literário Entre Margens com lançamento de livros e mesas redondas nos dias 18 e 19 no auditório da Faculdade de Formação de Professores de Petrolina (FFPP).
No sábado (21), a tradicional maratona VirArte, encerra o festival com 12 horas interruptas de atividades, mesclando as mais distintas linguagens artísticas. O VirArte começa às 16h30 com o espetáculo infantil "A Revolta dos Brinquedos", segue com o irreverente "E Se...", e entra noite afora com xaxado, quadrilhas juninas, shows musicais e um café da manha servido na lanchonete do Sesc. Os ingressos das atrações custam R$ 10 para o público em geral e R$ 5 para estudantes, comerciários e dependentes.
Da Assessoria de Imprensa/CLAS Comunicação & Marketing: (87) 3861.1534
Uma das marcas registradas do Festival acontece logo na abertura com o cortejo Abre Alas Pro Velho Chico. Num fôlego só, a programação da sexta-feira começa às 15h com a exposição "Instantâneo" e a mostra de artes. Depois ganha às ruas no ritmo das quadrilhas juninas, grupos de maracatu e a Frevuca e Orquestra de Frevo. O Abre Alas só termina depois de uma passada na Orla de Petrolina, para ver e dançar com o Samba de Veio da Ilha do Massangano e o Coco de Olga. Em seguida, o retorno ao Teatro do Sesc, para conferir o show do Caboclo Sonhador, Maciel Melo.
Na edição passada, o projeto reuniu 911 artistas de 12 cidades e um público de 30 mil pessoas em 80 horas de arte. As atrações, a exemplo do show de Joyce Guirra e da exposição de Fernando Augusto, se revezam no espaço do Sesc Petrolina, entre o teatro, salão de festas, galeria de artes e a lanchonete. Segundo o coordenador do Aldeia, Jailson Lima, a edição de 2010 vai ampliar mais ainda os horizontes do festival para pontos estratégicos da cidade. "Na terça (10), estaremos na praça Dom Malan com a Quadrilha Um Romance Sertanejo, de Arcoverde, e na quarta (11) com o espetáculo O Amargo Santo da Purificação, de Porto Alegre", conta. O Campus da Univasf e o bairro José e Maria também contam com atrações, como a montagem de paineis "Coletivos Urbanos" e apresentações de grupos teatrais.
Jailson Lima lembrou também, que os dias de domingo do festival vão manter a programação que fez muito sucesso no ano passado, transferindo as atenções para a Ilha do Massangano. No domingo (8), se revezam nas areias da ilha, o Grande Circo Ínfimo (Vitória-ES), Reis de Boi (Juazeiro-BA), Folia de Reis da Vila Mocó (Petrolina-PE) e Maracatujaba, também de Petrolina. Já no domingo (15), o público vai assistir o Salone de Salvador-BA, Frever de Petrolina, Samba de Veio da ilha do Massagano (Petrolina) e Marcelo Panthera e os Bruxos da Noite de Recife-PE.
O projeto Aldeia do Velho Chico também destaca em sua programação, o crescente interesse regional pela dança. No dia 8, Elisabeth Oliveira apresenta a Dança do Ventre, dia 14, haverá aula de dança de salão com Marcos Canuto, e no dia 15, os grupos Conexão BreaK e Dirty Pop dão show no Salão do Sesc. Nos dias 16 e 17, um seminário e uma mostra de dança contemporânea foram especialmente montados para apresentar ao público, antigos e novos talentos.
Na literatura, os momentos mais esperados são as histórias contadas pelo Grupo de Estudantes Contadores de Histórias de Cordel (Gechcordel) na sexta (13) e o Encontro Literário Entre Margens com lançamento de livros e mesas redondas nos dias 18 e 19 no auditório da Faculdade de Formação de Professores de Petrolina (FFPP).
No sábado (21), a tradicional maratona VirArte, encerra o festival com 12 horas interruptas de atividades, mesclando as mais distintas linguagens artísticas. O VirArte começa às 16h30 com o espetáculo infantil "A Revolta dos Brinquedos", segue com o irreverente "E Se...", e entra noite afora com xaxado, quadrilhas juninas, shows musicais e um café da manha servido na lanchonete do Sesc. Os ingressos das atrações custam R$ 10 para o público em geral e R$ 5 para estudantes, comerciários e dependentes.
Da Assessoria de Imprensa/CLAS Comunicação & Marketing: (87) 3861.1534

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